Poemas/Poesias / janeiro 28, 2015

Máquina do tempo

Às vezes paro e penso:
Como seria voltar ao passado?
Mudar o que não pode ser mudado
Pensar o que não tinha pensado

E dai feito diferente
Faze-lo novo, faze-lo um novo futuro.
Um futuro em que eu veja um novo rumo, uma nova direção.

(divulgação/reprodução: Google)

(divulgação/reprodução: Google)

Mas será que isso é o certo a se fazer?
Será que escolheria a melhor opção?
Talvez essa seja a função do passado, fazer com que enxerguemos no futuro,
Erros que cometemos e que não cometeremos novamente como qualquer infortúnio.

Por isso meu querido, tal poder não é dado ao ser humano.
Que perante a um mundo tão grande, tão complexo se comporta como uma criança exploradora que mal toma consciência do brinquedo que lhe fora dado.
Sendo assim, não sabendo usa-lo.

Eis que nos resta aprender com os erros e acertos do passado, não comete-los no futuro.
Pois de uma forma ou de outra, essa maquina do tempo das nossas imaginações.
Essa que nos daria a liberdade de diferentes ações, sempre esteve conosco.
Escondida nesse crepito desejo de controle
Escondida no hoje.

por Hélio Santos

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